Lançamento do HTML5, ascensão do Bing e da pesquisa social, lançamento do Google Instant, as coisas evoluem no que diz respeito ao SEO (Otimização dos mecanismos de busca) este ano. Apesar das novidades só terem tido um impacto moderado até agora sobre as técnicas do SEO, esta situação deve mudar nos próximos meses e obrigará os experts a se adaptarem. Então, vejamos o que mudou em 2010.
HTML 5: novo critério técnico para o SEO
As novidades introduzidas pelo HTML5
O HTML5 é o sucessor do HTML.4.0.1. Sua aprendizagem, através de diferentes navegadores web, acelerou bastante este ano. As especificações do HTML5, que ainda não acabaram, foram realizadas pelo World Wide Web Consortium (W3C), um organismo internacional encarregado do desenvolvimento dos padrões da web. O HTML5 introduziu certo número de novidades em termos de organização e de estrutura do código (descrição dos tipos de dados), e no plano das interfaces de programação. Desta forma, a primeira versão 8 novas APIs que permitem melhorar sensivelmente a interatividade das páginas e da experiência do usuário (ex: desenho 2D (canvas), API permitindo jogar com videogames/sons/músicas, uma API arrastar/soltar, uma API de geolocalização, etc.).
Que conteúdos serão impactados pelo SEO e HTML5
HTML5 introduziu balizas que permitem escrever vários tipos de dados e otimizar as conexões entre elas. Sua utilização deve afetar o SEO de diferentes conteúdos, principalmente nos dois planos: O conteúdo do texto: o HTML5 introduziu novas balizas que permitem trocar a estrutura semântica das páginas web. Como:
A baliza aside destinada aos conteúdos ligados indiretamente ao próprio artigo, como a adição de um folheto publicitário, por exemplo.
A baliza article que define as sub-partes em uma página.
A baliza ins que indica as partes de uma página web que foram atualizadas.
O novo elemento header afeta a otimização do SEO dos diferentes níveis de texto (título, subtítulo e resumo) e a hierarquia entre esses níveis. Seu objetivo é permitir que os motores de busca e seus robôs indexem melhor os conteúdos. Uma baliza específica para o elo de links internos também está surgindo (nav), ele informa os motores de busca sobre a estrutura do website.
O conteúdo de multimídia: através da introdução de uma baliza vídeo, que pode reproduzir vídeos diretamente na página da web sem usar outra tecnologia (como o Flash, concorrente de HTML5). O mesmo vale para a baliza áudio sobre a leitura de arquivos de som.
Navegadores para o HTML5
Segundo um comparativo (em inglês) produzido pelo W3C, a versão mais recente do Internet Explorer 9 (IE9) apresenta o resultado de conformidade mais avançada e ultrapassa o Chrome 7, Firefox 4, Opera e Safari 10,60 5. Segundo a organização, Microsoft têm realizado um trabalho real de conformidade sobre diversos aspectos da norma, incluindo vídeo e Canvas (com uma pontuação de 100% em 5 dos 7 domínios testados pelo W3C). O suporte do HTML5 pelos navegadores mais recentes está cada vez mais avançado.
Os desenvolvedores e especialistas em SEO devem se preparar para essa evolução. Mesmo que no momento, os navegadores mais antigos, ainda muito utilizados, não possam ler corretamente o HTML 5 e o CSS 3.
HTML5 e os motores de busca
Se acreditarmos no artigo publicado recentemente por um perito do Google no Fórum do Google Webmaster Central, HTML5, o suporte do motor de busca, ainda não está na ordem do dia:
"Os novos elementos introduzidos pelo HTML5 ainda não foram completamente adotados (e devidamente utilizados), se bem que HTML5 ainda não é, em nossa opinião, uma forma de apreender melhor a compreensão dos conteúdos. Na medida em que HTML5 se tornará mais popular, seus elementos vão conferir maior valor para o nosso sistema de indexação e a nossa posição vai mudar."
O Bing foi, recentemente, alvo de notícias com o lançamento de uma versão do seu motor de busca otimizado IE9, que incorpora vários elementos de HTML 5 na sua interface. Em todos os casos, essa evolução não passou desapercebida pelos indexadores, pois o Bing deve triplicar rapidamente a sua audiência, por conta da sua aliança com o Yahoo!
Bing é o novo protagonista do SEO
Um volume de busca que atingirá 30%
Daqui a alguns meses, o Bing poderá gerar mais de 30% dos resultados das pesquisas por palavras-chave, um efeito mecânico resultante da aliança entre o Yahoo! e a Microsoft e, assim, fará dele o principal concorrente do Google (Yahoo integrando Bing para a pesquisa no seu portal).
Os editores de site devem antecipar o aumento do volume de pesquisa no Bing, inclusive, melhorar o SEO do seu site no motor de busca, com a rentabilização de seus espaços, através da futura rede publicitária do Yahoo.
O Bing publicou recentemente em sua Tool Box um conjunto de conselhos destinados a otimizar o SEO dos sites em seu motor. Dentre eles, a utilização das balizas Titles, a descrição do conteúdo pelas meta-balizas, a otimização da baliza Header, a rede dos links internos aos conteúdos, o formato do URL, a disposição e/ou repartição do conteúdo e os links de entrada e de saída.
Bing e a busca social com o Facebook
Com a recente aproximação com o Facebook, o Bing integra, progressivamente, a recomendação social na exibição dos resultados do motor de busca. E mistura a opinião dos membros da rede social com os resultados gerados pelas consultas. Este recurso é similar a um "teste de relevância" com resultados complementares.
Quando um usuário do Facebook estiver conectado à sua conta, o Bing poderá combinar resultados de pesquisas com as recomendações de amigos do Facebook, elaborando a partir da história do mural, se estes forem relevantes. O usuário verá se os links para as páginas atraem o interesse de seus amigos e se são exibidos de acordo com o alvo da consulta.
Quais as consequências para o SEO das páginas no Bing? A visibilidade, em primeiro lugar. Apesar deste recurso abrir uma nova era de pesquisas na internet, ele deverá complicar mais a tarefa dos indexadores, pois dificulta os parâmetros de pesquisa que permitem aos seus clientes melhorar sua Página Rank em função de determinadas palavras-chave digitadas, exibindo os resultados como "'pessoal-dependente", já que são ligados às contas do Facebook.
Google Instant, um impacto sobre as técnicas do SEO
Para finalizar, o Google lançou recentemente o Google Instant, um serviço de busca que permite uma visualização imediata dos resultados de topologia dinâmica, combinada com uma ferramenta de consultas de previsão de solicitações. Ele acelera os resultados da pesquisa na Internet. Além do impacto sobre a visibilidade dos links patrocinados, este novo serviço do Google, que vem ganhando em popularidade, também deveria ter impacto sobre as técnicas de otimização de SEO dos conteúdos.
Este impacto está relacionado com a mudança no comportamento dos usuários que utilizam as consultas de “auto-completar” juntamente com a visualização instantânea dos resultados. Segundo Avichal Garg, ex-gerente de recursos de desenvolvimento da pesquisa qualitativa no Google: "O impacto será enorme, o comportamento do usuário vai mudar e as técnicas de otimização para mecanismos de busca devem compactuar." Entre as mudanças citadas pelo especialista estão a capacidade de "escanear" as páginas da web num piscar de olhos, a construção de padrões estereotipados de movimento ou a capacidade de aprimorar progressivamente os seus termos e solicitações.
Fonte http://br.ccm.net/faq/
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sexta-feira, 27 de janeiro de 2017
segunda-feira, 23 de janeiro de 2017
10 mitos e verdades sobre o uso de drones
Existe legislação nacional para o uso dos quadricópteros? Eles podem ser hackeados? A seguir, confira 10 mitos e verdades sobre drones e aproveite para descobrir curiosidades sobre os veículos aéreos não tripulados.
1- Qualquer um pode comprar um drone
VERDADE: Os drones são vendidos livremente no Brasil, seja em lojas especializadas ou em varejos. Para adquirir um quadricóptero não é necessário apresentar nenhum tipo de documento ou carteira de pilotagem.
2- Há legislação para o uso de drones no Brasil
VERDADE: Desde 2009, existe uma legislação em vigor no território nacional para regular a utilização de drones. O documento é atualizado de acordo com a evolução da tecnologia e pretende priorizar a segurança do espaço aéreo. Os interessados podem pesquisar pela ICA (Instrução do Comando da Aeronáutica) número 100-40 publicada pelo DECEA (Departamento de Controle do Espaço Aéreo).
3- Não é preciso ter autorização para fazer cada voo com drones
MITO: Além de precisar de prática para pilotar um drone, a legislação brasileira indica que todos os voos necessitam de autorização prévia da ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) ou do DECEA. Entretanto, por conta da burocracia e da liberação de atividades recreativas com os quadricópteros, poucos usuários emitem o documento oficial antes de colocar o aparelho no alto. Por enquanto, o número de relatos de fiscalização no Brasil é baixo.
4- Um drone pode ser hackeado
VERDADE: Apesar de ficar mais tempo ligado no alto do que próximo ao chão, os drones podem ser hackeados assim como um computador. A Universidade do Texas, em Austin, EUA, fez um estudo que provou que drones civis estavam tendo o sistema de GPS falsificado, o que pode não só apresentar riscos nos voos como também facilitar que o usuário perca o aparelho de vista.
5- Drones são ideais para fazer imagens aéreas
VERDADE: Por muitos anos cinegrafistas e diretores tiveram que alugar horários em helicópteros para fazer imagens aéreas. Entretanto, com a chegada dos drones, as gravações ficaram mais simples e os vídeos passaram a ser capturados com menos trepidações; já que diversos modelos oferecem sistemas de estabilização. Além disso, a altura e a distância que um equipamento pode chegar colabora para fotos surpreendentes.
6- É possível usar drones como câmera de vigilância
VERDADE: Os drones mais modernos não só oferecem câmeras com qualidade profissional para fazer fotos e vídeos como transmitem tudo ao vivo para o piloto. Funções para seguir pessoas e objetos também podem ajudar a trabalhar com um quadricóptero como equipamento de vigilância, lembrando que a autonomia da bateria de alguns modelos não passa de meia hora de duração.
7- Drones podem voar em qualquer lugar
MITO: No Brasil, drones autônomos, que voam sem um piloto conduzindo o dispositivo pelo controle remoto, não têm autorização para acessar o espaço aéreo nacional. Além disso, voos no interior de prédios e construções são de responsabilidade do proprietário, que pode aceitar ou não a decolagem. No caso de áreas povoadas ou com aglomeração de pessoas os órgãos oficiais indicam que deve ser feita uma análise completa do drone antes de colocá-lo no alto, além de conferir as leis de privacidade do local no caso de uso por civis.
8- Drones não podem ficar no ar por muito tempo
VERDADE: A tecnologia dos quadricópteros não tripulados cresce a cada ano, mas ainda há muito o que fazer no equipamento. A autonomia da bateria em drones para civis, por exemplo, é um ponto a ser discutido. Os aparelhos podem ficar no ar por no máximo 40 minutos. Em equipamentos de uso militar a autonomia sobe para horas de uso contínuo.
9- Um drone pode voar a qualquer altura
MITO: Os órgãos brasileiros apontam que a altura máxima permitida para o voo com um drone é de 120 metros e sempre ao alcance da visão natural. Segundo as agências oficiais, pilotar o quadricóptero mais do que este limite pode representar risco de colisão com aeronaves tripuladas.
10- Drones podem causar acidentes
VERDADE: Assim como qualquer outro veículo, o drone pode sofrer uma falha mecânica, elétrica ou até mesmo o piloto pode ter problemas durante o controle do aparelho. Para evitar acidentes graves, alguns modelos oferecem configurações de pouso forçado suave, em que o drone não cai diretamente no chão no caso de falta de bateria, por exemplo.
Fonte http://www.techtudo.com.br/
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| Conheça 10 mitos e verdades sobre drones (Foto: Divulgação/DJI) |
VERDADE: Os drones são vendidos livremente no Brasil, seja em lojas especializadas ou em varejos. Para adquirir um quadricóptero não é necessário apresentar nenhum tipo de documento ou carteira de pilotagem.
2- Há legislação para o uso de drones no Brasil
VERDADE: Desde 2009, existe uma legislação em vigor no território nacional para regular a utilização de drones. O documento é atualizado de acordo com a evolução da tecnologia e pretende priorizar a segurança do espaço aéreo. Os interessados podem pesquisar pela ICA (Instrução do Comando da Aeronáutica) número 100-40 publicada pelo DECEA (Departamento de Controle do Espaço Aéreo).
3- Não é preciso ter autorização para fazer cada voo com drones
MITO: Além de precisar de prática para pilotar um drone, a legislação brasileira indica que todos os voos necessitam de autorização prévia da ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) ou do DECEA. Entretanto, por conta da burocracia e da liberação de atividades recreativas com os quadricópteros, poucos usuários emitem o documento oficial antes de colocar o aparelho no alto. Por enquanto, o número de relatos de fiscalização no Brasil é baixo.
4- Um drone pode ser hackeado
VERDADE: Apesar de ficar mais tempo ligado no alto do que próximo ao chão, os drones podem ser hackeados assim como um computador. A Universidade do Texas, em Austin, EUA, fez um estudo que provou que drones civis estavam tendo o sistema de GPS falsificado, o que pode não só apresentar riscos nos voos como também facilitar que o usuário perca o aparelho de vista.
5- Drones são ideais para fazer imagens aéreas
VERDADE: Por muitos anos cinegrafistas e diretores tiveram que alugar horários em helicópteros para fazer imagens aéreas. Entretanto, com a chegada dos drones, as gravações ficaram mais simples e os vídeos passaram a ser capturados com menos trepidações; já que diversos modelos oferecem sistemas de estabilização. Além disso, a altura e a distância que um equipamento pode chegar colabora para fotos surpreendentes.
6- É possível usar drones como câmera de vigilância
VERDADE: Os drones mais modernos não só oferecem câmeras com qualidade profissional para fazer fotos e vídeos como transmitem tudo ao vivo para o piloto. Funções para seguir pessoas e objetos também podem ajudar a trabalhar com um quadricóptero como equipamento de vigilância, lembrando que a autonomia da bateria de alguns modelos não passa de meia hora de duração.
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| No Brasil, drones não podem passar de 120 metros de altura (Foto: Divulgação/DJI) |
MITO: No Brasil, drones autônomos, que voam sem um piloto conduzindo o dispositivo pelo controle remoto, não têm autorização para acessar o espaço aéreo nacional. Além disso, voos no interior de prédios e construções são de responsabilidade do proprietário, que pode aceitar ou não a decolagem. No caso de áreas povoadas ou com aglomeração de pessoas os órgãos oficiais indicam que deve ser feita uma análise completa do drone antes de colocá-lo no alto, além de conferir as leis de privacidade do local no caso de uso por civis.
8- Drones não podem ficar no ar por muito tempo
VERDADE: A tecnologia dos quadricópteros não tripulados cresce a cada ano, mas ainda há muito o que fazer no equipamento. A autonomia da bateria em drones para civis, por exemplo, é um ponto a ser discutido. Os aparelhos podem ficar no ar por no máximo 40 minutos. Em equipamentos de uso militar a autonomia sobe para horas de uso contínuo.
9- Um drone pode voar a qualquer altura
MITO: Os órgãos brasileiros apontam que a altura máxima permitida para o voo com um drone é de 120 metros e sempre ao alcance da visão natural. Segundo as agências oficiais, pilotar o quadricóptero mais do que este limite pode representar risco de colisão com aeronaves tripuladas.
10- Drones podem causar acidentes
VERDADE: Assim como qualquer outro veículo, o drone pode sofrer uma falha mecânica, elétrica ou até mesmo o piloto pode ter problemas durante o controle do aparelho. Para evitar acidentes graves, alguns modelos oferecem configurações de pouso forçado suave, em que o drone não cai diretamente no chão no caso de falta de bateria, por exemplo.
Fonte http://www.techtudo.com.br/
quinta-feira, 19 de janeiro de 2017
É possível invadir um PC pelo roteador ou pelo Wi-Fi?
Um vizinho quer invadir o PC de outro, mas não sabe o IP, nem tem nenhum programa de acesso remoto, porém ao se aproximar da casa percebe que está dentro da área do sinal do Wi-Fi da vítima e suponha-se que ele consiga a senha e entre na rede, este conseguiria de alguma forma burlar o roteador ou invadir o PC desse vizinho?
O método mais fácil para você ter acesso a um computador não costuma ser diretamente pela rede (via "IP"), mas por outros meios, como mensagens em redes sociais, e-mail, etc. Você pode chegar diretamente na vítima.
Falhas de rede, que podem ser exploradas pelo acesso direto via IP, são raras. O Windows não tem uma falha grave dessa natureza há anos. Em servidores na internet a situação é um pouco diferente, porque eles têm mais serviços abertos e aplicações.
Mas, supondo por um momento que você conheça uma falha que pode ser usada desse modo e você quer usá-la nos computadores de uma rede Wi-Fi, basta se infiltrar na rede. Se você conseguir quebrar a senha do próprio Wi-Fi, como no exemplo dado, você automaticamente terá então acesso (por "acesso" entenda "a possibilidade de se comunicar") com todos os computadores naquela rede sem fio.
Você terá que encadear uma falha de segurança para invadir a máquina e ler arquivos e realizar outras atividades "úteis" para um ataque. Apenas poder se comunicar com um computador na mesma rede não serve para ter acesso aos dados que estão na máquina.
Há uma utilidade maior: entrar de maneira não autorizada em uma rede sem fio também viabiliza ataques na própria rede, como redirecionamentos e a interceptação de tráfego. Você pode redirecionar o acesso da vítima a um site bancário, por exemplo, e monitorar o acesso dela a sites comuns (que não tenham o "cadeado de segurança").
Se a pessoa não perceber o redirecionamento e/ou a ausência do "cadeado" de segurança, o ataque pode funcionar. É por isso que usar uma senha boa para a rede sem fio é tão importante. Veja como proteger a rede sem fio.
Um ataque ao modem ou roteador entra mais em cena em casos onde ele é o único meio de acesso. Se você quer atacar os computadores que estão em uma rede Wi-Fi a partir da internet, por exemplo, você pode fazer isso se conseguir atacar - pela internet - o roteador.
Estando na área de alcance da rede sem fio, você também pode utilizar alguma brecha na autenticação do roteador para ter acesso à rede sem precisar da senha. Mas o risco mais comum é a rede não ter senha ou ter uma senha muito fraca que pode ser facilmente adivinhada.
Fonte: G1 - Tecnologia e Games
O método mais fácil para você ter acesso a um computador não costuma ser diretamente pela rede (via "IP"), mas por outros meios, como mensagens em redes sociais, e-mail, etc. Você pode chegar diretamente na vítima.
Falhas de rede, que podem ser exploradas pelo acesso direto via IP, são raras. O Windows não tem uma falha grave dessa natureza há anos. Em servidores na internet a situação é um pouco diferente, porque eles têm mais serviços abertos e aplicações.
Mas, supondo por um momento que você conheça uma falha que pode ser usada desse modo e você quer usá-la nos computadores de uma rede Wi-Fi, basta se infiltrar na rede. Se você conseguir quebrar a senha do próprio Wi-Fi, como no exemplo dado, você automaticamente terá então acesso (por "acesso" entenda "a possibilidade de se comunicar") com todos os computadores naquela rede sem fio.
Você terá que encadear uma falha de segurança para invadir a máquina e ler arquivos e realizar outras atividades "úteis" para um ataque. Apenas poder se comunicar com um computador na mesma rede não serve para ter acesso aos dados que estão na máquina.
Há uma utilidade maior: entrar de maneira não autorizada em uma rede sem fio também viabiliza ataques na própria rede, como redirecionamentos e a interceptação de tráfego. Você pode redirecionar o acesso da vítima a um site bancário, por exemplo, e monitorar o acesso dela a sites comuns (que não tenham o "cadeado de segurança").
Se a pessoa não perceber o redirecionamento e/ou a ausência do "cadeado" de segurança, o ataque pode funcionar. É por isso que usar uma senha boa para a rede sem fio é tão importante. Veja como proteger a rede sem fio.
Um ataque ao modem ou roteador entra mais em cena em casos onde ele é o único meio de acesso. Se você quer atacar os computadores que estão em uma rede Wi-Fi a partir da internet, por exemplo, você pode fazer isso se conseguir atacar - pela internet - o roteador.
Estando na área de alcance da rede sem fio, você também pode utilizar alguma brecha na autenticação do roteador para ter acesso à rede sem precisar da senha. Mas o risco mais comum é a rede não ter senha ou ter uma senha muito fraca que pode ser facilmente adivinhada.
Fonte: G1 - Tecnologia e Games
Sera que dá para invadir um celular apenas pelo número?
O número é uma forma de chegar ao aparelho. Ele permite o envio de mensagens de texto e multimídia (torpedos SMS e MMS) e, claro, permite que se faça alguma chamada. Se o celular tiver aplicativos instalados ao qual alguém possa chegar também pelo número, como o WhatsApp, pode ser possível enviar mensagens por meio desses aplicativos.
Sendo assim, se por acaso o celular ou um desses aplicativos que possa receber comunicações apenas pelo número do telefone tenha alguma brecha, sim, será possível atacar o celular. Trata-se, é bom ressaltar, de um cenário hipotético - pois é preciso que exista essa vulnerabilidade para tornar o ataque realizável. Vamos chamar esse cenário de "cenário 1".
Outra possibilidade de ataque é a engenharia social, a lábia. Digamos que alguém ligue para você ou envie mensagens de texto se passando por um vendedor ou um técnico da sua operadora, orientando para que você instale algum aplicativo para obter promoções ou para se enquadrar em alguma oferta (o truque varia com a criatividade do golpista). Se você cair nesse golpe, dados do seu celular também podem ser roubados. Este seria o "cenário 2".
O "cenário 1" é muito difícil de se realizar na prática. São poucas as falhas de segurança graves que podem ser exploradas diretamente com mensagens. Você teria de ler e abrir algum link presente nessas mensagens, no mínimo, o que torna o "cenário 1" já bastante parecido com o "cenário 2": no fim das contas, o "invasor" precisa dar um jeito de convencer você a abrir alguma coisa. A brecha Stagefright, por exemplo, permite ataques no envio de vídeos, o que é bastante grave, já que você não precisa autorizar a instalação de um aplicativo (solicitações para instalar apps devem sempre acender o sinal vermelho).
A diferença, no cenário 2, é que o invasor orienta você a abrir diretamente um aplicativo. Se você tem um celular com Windows Phone ou um iPhone, isso é mais difícil - não há meio simples de instalar aplicativos fora da loja oficial. Já se você tem um Android, isso é mais fácil. Porém, há uma configuração no celular para impedir a instalação de aplicativos fora do Google Play. Se você usa essa opção, esse golpe também dificilmente vai funcionar.
Resumindo: mantenha seu celular com as atualizações de segurança em dia para evitar o "cenário 1" e não instale aplicativos oferecidos em mensagens para evitar o cenário 2.
Para evitar ataques locais (quando alguém consegue acesso físico ao seu celular), use uma senha de bloqueio e um prazo razoável para que seja solicitada a senha de bloqueio após inatividade do celular.
Muitos usuários utilizam um prazo de 1 minuto, mas você pode usar um prazo mais longo caso se sinta confortável. A utilização de uma senha sem associação pessoal (nada de datas ou números que representem algo importante para você) é importante em qualquer cenário, mas ainda mais imprescindível quando há risco de ataque de alguém que conhece você (como um ex-namorado).
Fonte: G1 - Tecnologia e Games
Sendo assim, se por acaso o celular ou um desses aplicativos que possa receber comunicações apenas pelo número do telefone tenha alguma brecha, sim, será possível atacar o celular. Trata-se, é bom ressaltar, de um cenário hipotético - pois é preciso que exista essa vulnerabilidade para tornar o ataque realizável. Vamos chamar esse cenário de "cenário 1".
Outra possibilidade de ataque é a engenharia social, a lábia. Digamos que alguém ligue para você ou envie mensagens de texto se passando por um vendedor ou um técnico da sua operadora, orientando para que você instale algum aplicativo para obter promoções ou para se enquadrar em alguma oferta (o truque varia com a criatividade do golpista). Se você cair nesse golpe, dados do seu celular também podem ser roubados. Este seria o "cenário 2".
O "cenário 1" é muito difícil de se realizar na prática. São poucas as falhas de segurança graves que podem ser exploradas diretamente com mensagens. Você teria de ler e abrir algum link presente nessas mensagens, no mínimo, o que torna o "cenário 1" já bastante parecido com o "cenário 2": no fim das contas, o "invasor" precisa dar um jeito de convencer você a abrir alguma coisa. A brecha Stagefright, por exemplo, permite ataques no envio de vídeos, o que é bastante grave, já que você não precisa autorizar a instalação de um aplicativo (solicitações para instalar apps devem sempre acender o sinal vermelho).
A diferença, no cenário 2, é que o invasor orienta você a abrir diretamente um aplicativo. Se você tem um celular com Windows Phone ou um iPhone, isso é mais difícil - não há meio simples de instalar aplicativos fora da loja oficial. Já se você tem um Android, isso é mais fácil. Porém, há uma configuração no celular para impedir a instalação de aplicativos fora do Google Play. Se você usa essa opção, esse golpe também dificilmente vai funcionar.
Resumindo: mantenha seu celular com as atualizações de segurança em dia para evitar o "cenário 1" e não instale aplicativos oferecidos em mensagens para evitar o cenário 2.
Para evitar ataques locais (quando alguém consegue acesso físico ao seu celular), use uma senha de bloqueio e um prazo razoável para que seja solicitada a senha de bloqueio após inatividade do celular.
Muitos usuários utilizam um prazo de 1 minuto, mas você pode usar um prazo mais longo caso se sinta confortável. A utilização de uma senha sem associação pessoal (nada de datas ou números que representem algo importante para você) é importante em qualquer cenário, mas ainda mais imprescindível quando há risco de ataque de alguém que conhece você (como um ex-namorado).
Fonte: G1 - Tecnologia e Games
sexta-feira, 13 de janeiro de 2017
Como apps reconhecem rosto, gestos e códigos de barra
As possibilidades de interação entre homem e máquina aumentam com o avanço do reconhecimento facial.
O Google apresentou detalhes da sua nova API para reconhecimento facial. O recurso está disponível para desenvolvedores que queiram construir aplicativos capazes de dar respostas ao usuário por reconhecimento de gestos e expressões do seu rosto. Face API é a última atualização do Google Play Services (7.8) e permite detectar por detalhes faciais ou gestos do rosto quem está à frente do smartphone. Assim, é possível desenvolver apps que possam responder a sorrisos, piscar de olhos ou expressões faciais para desbloquear, bloquear ou mesmo acionar determinados serviços/respostas, como abrir a câmera ou determinado aplicativo.
Com isso, as possibilidades de interação entre homem e máquina aumentam e está dada a largada para a criação de serviços automatizados.
Em substituição ao antigo Android FaceDetector, Face Detection API. Ela não reconhece o rosto do usuário, apenas é capaz de detectar se é ou não o rosto da pessoa com permissões de uso que está com o celular em mãos. A nova API detecta o rosto mesmo que esteja em inclinações diferentes da usual no smartphone.
O recurso não chega a ser uma novidade, mas a melhora da API, sim, que agora conta com poder de detecção mesmo dos rostos quando em diferentes inclinações. Ela reconhece o lugar da boca, olhos, bochechas, orelhas e nariz e é capaz de responder se a pessoa da foto, vídeo ou streaming está ou não sorrindo, de olhos abertos ou fechados etc. E a partir daí, os apps podem ser capazes de detectar gestos, ampliando as possibilidades de uso da tecnologia.
As portas que se abrem são muitas, como comandar a câmera para que tire foto quando todos estejam sorrindo ou a criação de um emoji de beijo quando o usuário mandar um beijo para a câmera do smartphone. Desta forma o Google pretende fazer do reconhecimento facial, um leitor de sentimentos. Porém, se tomamos como exemplo o vídeo demonstração, as expressões ainda parecem forçadas demais para poderem ser reconhecidas com naturalidade.
Outro recurso melhorado é a detecção de código de barras: Barcode API. Mais uma vez, os smartphones já faziam isso, mas de forma limitada. A atualização da API permite a identificação dos códigos independentemente da posição em que estejam, em tempo real e mais de um código por vez.
Emotion Engine: tradução de expressões faciais em emoções
Na mesma linha da última atualização do Face Detector do Google, encontramos um serviço apresentado no TEDWomen 2015: Emotion Engine, de autoria da egípcia Rana el Kaliouby, que pretende trazer à tona nossas emoções para uso nos dispositivos eletrônicos.
Considerando que hoje em dia passamos mais tempo do nosso dia com nossos smartphones ou PCs, como fazer para que os dispositivos pudessem interagir e saber mais como nós nos sentimos? A ideia era permitir respostas das máquinas de acordo com nossas expressões.
Tudo começou por inquietação de Rana que via os aparatos eletrônicos com alta inteligência cognitiva, mas nenhuma inteligência emocional que pudesse traduzir com fidelidade o que se passava com a pessoa por trás da máquina.
O passo seguinte seria fazer com que as máquinas fossem capazes de dar respostas a estes sentimentos detectados: alegria, surpresa, medo, empatia, curiosidade etc. E os caminhos já estavam prontos, na ciência da emoção, as unidades de ação são conhecidas e mapeadas a partir de cada movimento muscular facial. Por exemplo, a “unidade de ação 12” consiste no levantar dos cantos do lábio, principal componente do sorriso (você pode parar e testar agora).
São aproximadamente 45 unidades de ação que se combinam para exprimir centenas de sentimentos e emoções. Como são combinadas e às vezes de movimentos rápidos demais, é difícil ensinar um computador a reconhecê-las. Como permitir a diferenciação entre um sorriso de alegria e um sorriso sarcástico? Por meio de exemplos. Assim, com milhares de dezenas de exemplos do que seria um sorriso de alegria, misturando pessoas de diferentes etnias, idades e sexo sorrindo, é possível ensinar uma máquina a reconhecê-lo com precisão.
Desta maneira, uma ideia dentro do MIT há cinco anos se tornou uma empresa, com um banco de dados de milhões de expressões de pessoas de 75 países diferentes. Os resultados do estudo são muito legais e mostram também um pouco da diferença expressiva entre homens e mulheres.
Mais que respostas, o software pode ser útil para diversas outras situações. Estamos nos expressando e sentindo emoções quando escrevemos um e-mail, acompanhamos a timeline do Facebook, quando compramos algo online ou preenchemos fichas e cadastros.
Os usos são muitos e estão aí para testes. Por exemplo, acelerar uma lição educacional, caso o estudante esteja aborrecido, ou explicar melhor em caso de reconhecimento de dúvida; auxiliar uma pessoa autista a decifrar emoções; os carros poderiam descobrir se estamos cansados demais para dirigir; ou uma geladeira poderia não abrir caso reconhecesse ansiedade que poderia desencadear uma comilança desenfreada.
Vai chegar o dia em que todos os produtos virão com chips emocionais. E aquela velha máxima de que a tecnologia nos afasta dos nossos sentimentos será coisa do passado.
Fonte http://www.psafe.com/blog
O Google apresentou detalhes da sua nova API para reconhecimento facial. O recurso está disponível para desenvolvedores que queiram construir aplicativos capazes de dar respostas ao usuário por reconhecimento de gestos e expressões do seu rosto. Face API é a última atualização do Google Play Services (7.8) e permite detectar por detalhes faciais ou gestos do rosto quem está à frente do smartphone. Assim, é possível desenvolver apps que possam responder a sorrisos, piscar de olhos ou expressões faciais para desbloquear, bloquear ou mesmo acionar determinados serviços/respostas, como abrir a câmera ou determinado aplicativo.
Com isso, as possibilidades de interação entre homem e máquina aumentam e está dada a largada para a criação de serviços automatizados.
Em substituição ao antigo Android FaceDetector, Face Detection API. Ela não reconhece o rosto do usuário, apenas é capaz de detectar se é ou não o rosto da pessoa com permissões de uso que está com o celular em mãos. A nova API detecta o rosto mesmo que esteja em inclinações diferentes da usual no smartphone.
O recurso não chega a ser uma novidade, mas a melhora da API, sim, que agora conta com poder de detecção mesmo dos rostos quando em diferentes inclinações. Ela reconhece o lugar da boca, olhos, bochechas, orelhas e nariz e é capaz de responder se a pessoa da foto, vídeo ou streaming está ou não sorrindo, de olhos abertos ou fechados etc. E a partir daí, os apps podem ser capazes de detectar gestos, ampliando as possibilidades de uso da tecnologia.
As portas que se abrem são muitas, como comandar a câmera para que tire foto quando todos estejam sorrindo ou a criação de um emoji de beijo quando o usuário mandar um beijo para a câmera do smartphone. Desta forma o Google pretende fazer do reconhecimento facial, um leitor de sentimentos. Porém, se tomamos como exemplo o vídeo demonstração, as expressões ainda parecem forçadas demais para poderem ser reconhecidas com naturalidade.
Outro recurso melhorado é a detecção de código de barras: Barcode API. Mais uma vez, os smartphones já faziam isso, mas de forma limitada. A atualização da API permite a identificação dos códigos independentemente da posição em que estejam, em tempo real e mais de um código por vez.
Emotion Engine: tradução de expressões faciais em emoções
Na mesma linha da última atualização do Face Detector do Google, encontramos um serviço apresentado no TEDWomen 2015: Emotion Engine, de autoria da egípcia Rana el Kaliouby, que pretende trazer à tona nossas emoções para uso nos dispositivos eletrônicos.
Considerando que hoje em dia passamos mais tempo do nosso dia com nossos smartphones ou PCs, como fazer para que os dispositivos pudessem interagir e saber mais como nós nos sentimos? A ideia era permitir respostas das máquinas de acordo com nossas expressões.
Tudo começou por inquietação de Rana que via os aparatos eletrônicos com alta inteligência cognitiva, mas nenhuma inteligência emocional que pudesse traduzir com fidelidade o que se passava com a pessoa por trás da máquina.
O passo seguinte seria fazer com que as máquinas fossem capazes de dar respostas a estes sentimentos detectados: alegria, surpresa, medo, empatia, curiosidade etc. E os caminhos já estavam prontos, na ciência da emoção, as unidades de ação são conhecidas e mapeadas a partir de cada movimento muscular facial. Por exemplo, a “unidade de ação 12” consiste no levantar dos cantos do lábio, principal componente do sorriso (você pode parar e testar agora).
São aproximadamente 45 unidades de ação que se combinam para exprimir centenas de sentimentos e emoções. Como são combinadas e às vezes de movimentos rápidos demais, é difícil ensinar um computador a reconhecê-las. Como permitir a diferenciação entre um sorriso de alegria e um sorriso sarcástico? Por meio de exemplos. Assim, com milhares de dezenas de exemplos do que seria um sorriso de alegria, misturando pessoas de diferentes etnias, idades e sexo sorrindo, é possível ensinar uma máquina a reconhecê-lo com precisão.
Desta maneira, uma ideia dentro do MIT há cinco anos se tornou uma empresa, com um banco de dados de milhões de expressões de pessoas de 75 países diferentes. Os resultados do estudo são muito legais e mostram também um pouco da diferença expressiva entre homens e mulheres.
Mais que respostas, o software pode ser útil para diversas outras situações. Estamos nos expressando e sentindo emoções quando escrevemos um e-mail, acompanhamos a timeline do Facebook, quando compramos algo online ou preenchemos fichas e cadastros.
Os usos são muitos e estão aí para testes. Por exemplo, acelerar uma lição educacional, caso o estudante esteja aborrecido, ou explicar melhor em caso de reconhecimento de dúvida; auxiliar uma pessoa autista a decifrar emoções; os carros poderiam descobrir se estamos cansados demais para dirigir; ou uma geladeira poderia não abrir caso reconhecesse ansiedade que poderia desencadear uma comilança desenfreada.
Vai chegar o dia em que todos os produtos virão com chips emocionais. E aquela velha máxima de que a tecnologia nos afasta dos nossos sentimentos será coisa do passado.
Fonte http://www.psafe.com/blog
5 truques escondidos no Google
Jogar, fazer cálculos, ouvir o som dos animais... o buscador esconde brincadeiras e ferramentas que vão te surpreenderAlém de entregar um monte de resultados para suas pesquisas na internet, o Google também esconde jogos e ferramentas que vão te surpreender. Para ver alguns deles, basta digitar na barra de pesquisa da página os termos específicos que a gente te mostra aqui. Ah, vale no celular, tablet ou computador.
1 – Paciência
Digite “solitaire” no Google e comece a jogar.
2. Calculadora
Quer saber o resultado de um cálculo simples? Experimente usar a calculadora do Google. Pesquise qualquer conta, como “739+3946”, pressione Enter ou Buscar e veja a resposta.
3. O som dos animais
Quem tem uma criança por perto pode curtir essa: pergunte ao Google que som um determinado animal faz escrevendo, por exemplo, “que som faz o cachorro”.
O buscador vai mostrar o latido, e, ainda, uma sequência de áudios de outras espécies, como elefante e macaco.
4. Jogo da Velha
Tem “jogo da velha”! Basta pesquisar por esse termo para começar a jogar.
5. Games
Pra quem é fã de videogame, dá para jogar os clássicos Pac-Man ou Breakout, do Atari, pelo buscador também . Digite “pacman” ou “atari breakout” na área de busca e divirta-se.
Fonte: http://www.psafe.com/blog
Significado de KB, MB e GB?
Todas as ciências usam unidades diferentes. Por exemplo, as distâncias são medidas em metros, a energia em Joules, etc.
1 kg = 1 quilograma = 1000 gramas
1 kJ = 1 kilo-Joule = 1000 Joules
1 km = 1 quilometro = 1000 metros
1 KB = kilobyte = 1000 bytes
1 MB = 1 megabyte = 1 000 000 de bytes
1GB = 1 gigabyte = 1 000 000 000 de bytes
1 TB = 1 Tera bytes = 1 000 000 000 000 bytes
Muitos especialistas em computação vão dizer que 1 KB = 1024 bytes e 1 MB = 1 048 576 bytes, mas é um erro. A informática é uma ciência como qualquer outra, e não há nenhuma razão para que ela fuja à regra (Não existem minutos de 64 segundos para agradar os especialistas em computação). Aliás, a organização mundial de padronização IEEE esclareceu que o uso de kb para designar 1024 bytes é errado, mas tolerado. Vou repetir para ser claro:
Existem outras unidades técnicas orientadas especificamente para base 2. Exemplo: 1 Kibit = 1024 bits. Veja este artigo.
(bit (b) e byte (B)).
Foto: © laughingsquid.com
Fonte http://br.ccm.net/faq
Bytes
Geralmente, em computação medimos a quantidade de informações em bytes:Quilo, Kilo-Joule, Quilômetro, Kilobytes
Para cada ciências, o Quilo é um fator multiplicativo de 10^3. Esta definição é patenteada no BIPM (Escritório Internacional de Pesos e Medidas), que é responsável pela padronização de unidades em todo o mundo, ver este documento. Assim:1 kg = 1 quilograma = 1000 gramas
1 kJ = 1 kilo-Joule = 1000 Joules
1 km = 1 quilometro = 1000 metros
1 KB = kilobyte = 1000 bytes
Magabytes, Gigabytes e Tera bytes
Também existe outro fator multiplicativo:1 MB = 1 megabyte = 1 000 000 de bytes
1GB = 1 gigabyte = 1 000 000 000 de bytes
1 TB = 1 Tera bytes = 1 000 000 000 000 bytes
Muitos especialistas em computação vão dizer que 1 KB = 1024 bytes e 1 MB = 1 048 576 bytes, mas é um erro. A informática é uma ciência como qualquer outra, e não há nenhuma razão para que ela fuja à regra (Não existem minutos de 64 segundos para agradar os especialistas em computação). Aliás, a organização mundial de padronização IEEE esclareceu que o uso de kb para designar 1024 bytes é errado, mas tolerado. Vou repetir para ser claro:
Existem outras unidades técnicas orientadas especificamente para base 2. Exemplo: 1 Kibit = 1024 bits. Veja este artigo.
Ordens de grandeza
Algumas ordens de grandeza: um disquete tem 1,456 MB; os pendrives USB tem entre 1 e 8 GB, sendo que alguns modelos podem chegar a 128 ou 256 GB; a memória viva (RAM) de um computador normalmente tem 512 MB ou 4 GB; o CD-Rom TEM 650 MB; o DVD-Rom TEM 8,5 GB; o DVD-R (camada simples) tem 4,7 GB. Em geral, os discos rígidos atuais tem 150, 250 ou 500 GB, podendo chegar a 1 TB (Tera-byte) em alguns.Não confundir Byte com bit
Em Inglês, também se diz byte, mas não confunda com bit(bit (b) e byte (B)).
| Unidade | Abreviação |
| bit | b |
| byte | B |
| kilo-byte | KB |
| Megabyte | MB |
| Gigabyte | GB |
Foto: © laughingsquid.com
Fonte http://br.ccm.net/faq
quarta-feira, 11 de janeiro de 2017
Ainda vale a pena investir em uma câmera digital?
As câmeras digitais compactas ficaram muito populares durante a primeira década dos anos 2000. No entanto, com a maior facilidade de acesso às câmeras profissionais e com o aumento da qualidade das câmeras dos celulares, será que ainda vale a pena comprar uma câmera digital?
Confira todas as vantagens e desvantagens a serem analisadas antes de comprar uma nova câmera digital. Entre os quesitos analisados estão recursos, preços e qualidade das imagens.
Recursos
Boa parte das câmeras digitais vem de fábrica com alguns recursos que podem ajudar bastante na hora de tirar uma foto. É possível, por exemplo, ajustar o ISO (sensibilidade do sensor à luz) para que as imagens fiquem mais claras, caso o usuário esteja em um ambiente mal iluminado – ou vice-versa.
As máquinas digitais de maior qualidade também costumam contar com Zoom Óptico. Com essa função, é possível dar zoom na imagem enquanto a fotografia está sendo realizada, sem perda de qualidade. Para tirar fotos de longe, isso pode ser muito útil.
Outra função interessante é a alternância entre os modos. Entre eles, há os modos Paisagem, Noturno e Retrato, por exemplo. Esses recursos são bons para ajudar a deixar a imagem capturada ainda mais parecida com a realidade. Escolhendo o modo correto, a chance de tirar uma foto melhor aumenta.
É possível notar que, neste tópico, a câmera digital se coloca em uma posição intermediária: as câmeras profissionais apresentam um desempenho melhor nesses mesmo recursos – além de contar com muitos outros -, enquanto os smartphones ficam um pouco abaixo. Nesse caso, vale a pena comprar uma câmera digital apenas se você quiser ir um pouco além do celular, mas não pretende gastar tanto quanto seria necessário em uma DSLR.
Qualidade das imagens
Em relação à qualidade das imagens, vale levar em consideração dois pontos: a resolução do sensor e o resultado. A maioria das máquinas digitais têm entre 16 e 21 megapixels de resolução. Sobre vídeos, boa parte delas varia entre a qualidade HD e Full HD.
Com esses números, as câmeras são capazes de tirar boas fotos. As imagens apresentam qualidade satisfatória para fotógrafos iniciantes, assim como os vídeos. Apesar disso, essas especificações não justificam a compra de uma câmera digital. Muitos celulares têm os mesmos números, em relação à qualidade da imagem – mesmo os que não são os top de linha do mercado.
O celular pode substituir uma câmera digital?
Esse, provavelmente, é o principal tópico para avaliar se vale a pena ou não comprar uma câmera digital. No mercado de smartphones atual, é possível encontrar muitos celulares com ótimas câmeras. O Galaxy S5, por exemplo, tem 16 MP e pode ser encontrado por cerca de R$ 2.000 nas lojas online. Outro celular que consegue capturar boas imagens é o Moto X Play. O aparelho tem uma câmera de 21 megapixels e está disponível por R$ 1.800 em algumas lojas.
Outro detalhe importante é a maneira como as pessoas tiram foto. As selfies, hoje, estão muito populares e, por isso, muitos gostam de utilizar a câmera frontal do smartphone. Como a grande maioria das câmeras digitais compactas não têm visor na parte frontal, tirar selfies fica mais difícil.
Preço
As câmeras digitais compactas podem ser encontradas por a partir de R$ 300. Essas, porém, são mais simples e contam com menos recursos. Já as mais caras têm preço de R$ 1.000, mas possuem algumas funções mais interessantes.
A nível de preço, esses valores nem se comparam com os praticados pelas câmeras profissionais. A Canon EOS 70D, por exemplo, custa cerca de R$ 4.000, nas lojas online, além da lente, que precisa ser comprada a parte.
Portanto, para aqueles que querem ter uma câmera, mas não estão dispostos a pagar tão caro assim, o preço das compactas é atrativo. As fotos não vão ficar tão boas quanto as de uma profissional, mas será possível economizar uma boa quantia.
Conclusão
Comprar uma câmera digital compacta vale a pena somente para os usuários que querem ter um aparelho apenas para fotografia, mas não pretendem gastar muito. Se você faz questão de ter fotos e vídeos de nível profissional, será preciso pagar caro em uma DSLR. Se você não se importa tanto com a qualidade e quer apenas registrar os momentos, um smartphone é capaz de suprir suas necessidades.
Agora, se você gosta de ter uma produto focado apenas em tirar fotos – sem misturar com as redes sociais e outras funções presentes no celular – e não pretende capturar imagens de alta qualidade, com inúmeros detalhes, as câmeras digitais compactas ainda podem ser uma boa opção.
Fonte: TechTudo
terça-feira, 10 de janeiro de 2017
Os 5 produtos estranhos desenvolvidos pela Sony
Que a Sony é uma marca inovadora não dá pra negar: ela foi a primeira empresa a fabricar os gravadores de fita cassete no Japão, o rádio com transistores e foi também a responsável pelo início da revolução na indústria fonográfica, com a criação do Walkman, o tocador de fitas portátil que virou febre na década de 80.
Mas as inovações não pararam por aí: a equipe de criação da empresa sempre colocou no mercado diversas novidades, mesmo que nem todas tenham se transformado em sucessos nas lojas.
Embora algumas das invenções da marca não tenham sido comercializadas, elas são levadas a sério pela Sony, que cultiva um lado futurista e totalmente fora do “comum” para o mercado. Embora alguns elementos estejam muito à frente do seu tempo, alguns deles chegam a ser curiosos por suas funções e estilo arrojado.
Em meio a alguns lançamentos da empresa, o site The Verge fez uma seleção de produtos estranhos já desenvolvidos pela Sony. Abaixo alguns dos mais interessantes para que você conheça um pouco mais a fundo a evolução de invenções da empresa.
Tablet P
Com um design baseado no visual de uma concha, esse tablet não foi nem de longe um sucesso entre os consumidores. Embora traga duas telas como inovação, ele não conta com atrativos o bastante para abocanhar parte do mercado.
Seu preço de lançamento foi próximo aos US$ 400, algo que fica acima do esperado para um aparelho com dimensões não muito portáteis, duas telas pequenas no lugar de uma grande e apenas 4 GB de armazenamento.
Rolly
Afinal, para que um player de música com um formato normal, quando se pode ter um design baseado em uma mistura de bola de futebol americano com um ovo? Embora seu estilo bastante futurista chame a atenção, ele não é exatamente um sonho de consumo.
O produto, cheio de sensores e que surgiu de um conceito um pouco confuso, custa US$ 400 e conta com apenas 1 GB de memória interna. Segundo a Sony, poderia ser ampliada com um cartão de até 2 GB (!), o que permitiria armazenar pouco mais de 500 músicas.
Data Discman DD-10
Uma mistura de Discman com dados de livros e dicionários. Esse era o Data Discman DD-10, produto comercializado pela Sony como uma alternativa de “Player de Livros Eletrônicos”. Eles funcionavam com MiniDiscs, que poderiam ser comprados com tradutores, dicionários, novelas e livros diversos. A ideia é boa, mas ele não era nada prático.
VAIO UX series
Muito antes de tablets se popularizarem, a Sony tentou o sucesso com um “quase-portátil” PC, rodando Windows e com um leitor de digitais. No entanto, o aparelho não era muito intuitivo e contava com apenas 2 GB de memória.
QRIO e AIBO
QRIO era o robô humanoide que nunca passou de um conceito, mas ele seria o companheiro do AIBO, um também estranho cachorro-robô comercializado pela empresa até o ano de 2006. Vendido por cerca de US$ 2 mil, ele não tinha muita utilidade além de brincadeiras, mas também não era aconselhado para crianças.
Fonte: Tecmundo
Mas as inovações não pararam por aí: a equipe de criação da empresa sempre colocou no mercado diversas novidades, mesmo que nem todas tenham se transformado em sucessos nas lojas.
Embora algumas das invenções da marca não tenham sido comercializadas, elas são levadas a sério pela Sony, que cultiva um lado futurista e totalmente fora do “comum” para o mercado. Embora alguns elementos estejam muito à frente do seu tempo, alguns deles chegam a ser curiosos por suas funções e estilo arrojado.
Em meio a alguns lançamentos da empresa, o site The Verge fez uma seleção de produtos estranhos já desenvolvidos pela Sony. Abaixo alguns dos mais interessantes para que você conheça um pouco mais a fundo a evolução de invenções da empresa.
Tablet P
Com um design baseado no visual de uma concha, esse tablet não foi nem de longe um sucesso entre os consumidores. Embora traga duas telas como inovação, ele não conta com atrativos o bastante para abocanhar parte do mercado.
Seu preço de lançamento foi próximo aos US$ 400, algo que fica acima do esperado para um aparelho com dimensões não muito portáteis, duas telas pequenas no lugar de uma grande e apenas 4 GB de armazenamento.
Rolly
Afinal, para que um player de música com um formato normal, quando se pode ter um design baseado em uma mistura de bola de futebol americano com um ovo? Embora seu estilo bastante futurista chame a atenção, ele não é exatamente um sonho de consumo.
O produto, cheio de sensores e que surgiu de um conceito um pouco confuso, custa US$ 400 e conta com apenas 1 GB de memória interna. Segundo a Sony, poderia ser ampliada com um cartão de até 2 GB (!), o que permitiria armazenar pouco mais de 500 músicas.
Data Discman DD-10
Uma mistura de Discman com dados de livros e dicionários. Esse era o Data Discman DD-10, produto comercializado pela Sony como uma alternativa de “Player de Livros Eletrônicos”. Eles funcionavam com MiniDiscs, que poderiam ser comprados com tradutores, dicionários, novelas e livros diversos. A ideia é boa, mas ele não era nada prático.
VAIO UX series
Muito antes de tablets se popularizarem, a Sony tentou o sucesso com um “quase-portátil” PC, rodando Windows e com um leitor de digitais. No entanto, o aparelho não era muito intuitivo e contava com apenas 2 GB de memória.
QRIO e AIBO
QRIO era o robô humanoide que nunca passou de um conceito, mas ele seria o companheiro do AIBO, um também estranho cachorro-robô comercializado pela empresa até o ano de 2006. Vendido por cerca de US$ 2 mil, ele não tinha muita utilidade além de brincadeiras, mas também não era aconselhado para crianças.
Fonte: Tecmundo
sábado, 7 de janeiro de 2017
12 tecnologias que morreram em 2016
O obituário da tecnologia em 2016 foi longo. De Samsung Galaxy Note7, Pebble e Nexus, relembre as principais descontinuações de 2016
O ano de 2016 foi brutal no mundo da tecnologia. Projetos ambiciosos descontinuados, produtos de nicho amados tornaram-se insustentáveis, e pelo menos um embaraço corporativo colossal marcou o calendário. A seguir, dê uma olhada no passado 2016 e em toda a tecnologia que morreu no ano.
Pebble
Depois de iniciar a era smartwatch em 2013, o Pebble não conseguiu sobreviver ao colapso do hype dos wearables. Como todos os outros fabricantes de smartwatch, exceto a Apple, as vendas do Pebble eram moderadas, e a falta de financiamento disponível teria levado a uma dívida excessiva. Em dezembro, a Fitbit concordou em adquirir o software e propriedade intelectual do Pebble, mas efetivamente abandonou os atuais usuários e cancelou o próximo Pebble Time 2 e Pebble Core. Foi um final triste.
Samsung Galaxy Note7
A maioria dos produtos de hardware não morrem de forma definitiva, mas em vez disso tornam-se obsoletos a medida que novos produtos tomam o seu lugar. O Galaxy Note7 da Samsung foi uma exceção, já que problemas com sua bateria fizeram com que os telefones recém-lançados se incendiassem ou explodissem. Um recall precipitado do produto não conseguiu corrigir o problema, e a Samsung eventualmente descontinuou toda a linha do produto.
Quanto aos telefones existentes, a sul-coreana tem tentado recuperar todos, além de entregar uma atualização para travar todos esses telefones afim de evitar quaisquer riscos de segurança adicionais. As ações e os ganhos da Samsung deram um mergulho no abismo, mas a maior questão que fica após o fiasco com o Galaxy Note7 é se a empresa pode recuperar a confiança dos consumidores e se veremos outro telefone sob a marca Note novamente.
BlackBerry
Se você vir um telefone BlackBerry no futuro, provavelmente não será feito pela BlackBerry. Em setembro, a fabricante, outrora orgulhosa de seus aparelhos, anunciou que iria parar de desenvolver seu próprio hardware e, em vez disso, se concentrar em software, enquanto oferece o licenciamento do telefone para fornecedores terceirizados. O DTEK50, basicamente um modificado Alcatel Idol 4, é um exemplo. Da mesma forma, não está claro se veremos qualquer BlackBerry com teclado físico novamente.
Vine
O serviço de vídeo em loop de 6 segundos do Twitter teve supostamente problemas com questões de gerenciamento, mudanças de estratégia e falta de visão desde que foi lançado em 2013. E em outubro passado, a Vine anunciou que seus aplicativos serão e encerrados, mas que os vídeos já publicados permanecerão online. Apesar de rumores de uma possível aquisição para salvar o serviço, o tempo do Vine parece se esgotar.
Facebook Paper
Nascido de um grupo interno de pesquisa e design, o Creative Labs, o Facebook Paper era uma versão do News Feed da rede social. Os usuários passariam por fotos em tela cheia, notícias e atualizações de status, e não havia vídeos de auto-reprodução ou mensagens de promoção de marcas. Muitos usuários juravam que o Paper era melhor, inclusive, que o principal app do Facebook, mas fato é que o serviço nunca pegou uma massa crítica de usuários, e depois de um hiato em atualizações, o Facebook retirou o App das lojas virtuais. Na melhor das hipóteses, os usuários podem ter o conforto sabendo que algumas das melhores inovações do Paper, como o conceito de artigos instantâneos, fizeram seu caminho para o aplicativo principal do Facebook e que a estrutura gráfica subjacente está disponível para qualquer desenvolvedor.
Google Nexus
Há alguns meses, o Google lançou um par de novos e inteligentes smartphones sob a marca Pixel, com especificações técnicas de ponta, novos recursos e preços premium para competir com o iPhone da Apple. Trata-se de uma boa notícia para os entusiastas do Android que querem o melhor hardware e software possível juntos, mas a novidade também marcou o fim da linha Nexus, que nos últimos anos ofereceu um sólido Android a um preço mais baixo. O Google diz que a marca Nexus não voltará, embora continue a suportar o hardware atual.
Firefox OS
Embora a Mozilla tenha declarado a morte do Firefox OS para smartphones no ano passado, a companhia continuou a desenvolver o sistema para web para TVs inteligentes e teve uma equipe trabalhando em outros dispositivos, como tablets, roteadores, sticks HDMI e PCs all-in-one . Em setembro, no entanto, a Mozilla disse que estava abandonando o projeto inteiramente. A Panasonic terá que manter a versão para a smart TV por conta própria, e enquanto a comunidade de código aberto possa ainda criar uma bifurcação para outros dispositivos, esta seria uma grande tarefa sem a ajuda da Mozilla. A vantagem é que a remoção de todo esse código subjacente pode ajudar a Mozilla a trabalhar de forma mais rápida no Firefox, abrindo o caminho para uma revisão do motor da Web em 2017.
Intel Atom para smartphones
Depois de dormir durante a revolução do smartphone, a Intel percebeu este ano que ela não ia se recuperar. A empresa parou de trabalhar em seus chips Atom para smartphones, voltando seu foco para outros dispositivos conectados à internet, como drones, carros autônomo e headsets de realidade aumentada.
Projeto Ara
O conceito de smartphone modular do Google sempre pareceu uma aposta ambiciosa e a longo prazo, e depois de vários atrasos e mudanças no design, o Google decidiu este ano descontinuar o Projeto Ara. O design modular permitiria a fácil troca de componentes, o que poderia potencialmente gerar economias ao longo do tempo, além de reduzir o desperdício eletrônico. Mas, ao invés disso, o projeto em si foi dirigido para a pilha de sucata, a menos que os fornecedores terceirizados decidam licenciar a tecnologia. Até agora isso não aconteceu.
Microsoft Band
Um rastreador fitness em uma pulseira com um touchscreen colorido foi convincente em teoria, mas o produto foi barrado por falta de suporte a aplicativos e software. Este ano, a Microsoft não lançou uma terceira versão de sua pulseira inteligente. A declaração da empresa sobre o futuro da linha Band ("Continuamos a investir e inovar na plataforma Microsoft Health...") não é encorajadora. Mas não se precipite em achar que a Microsoft está fora do negócio de wearables inteligentes, mas presuma que o hardware de condicionamento físico esteja em um hiato.
Picasa
É incrível que o Picasa tenha sobrevivido tanto tempo. O conjunto de edição e armazenamento de fotos foi lançado em 2002 e foi comprado pela Google em 2004, mas ele parou de receber atualizações importantes há anos e havia sinais em 2013 de que poderia ser substituído pelo Google+ Photos.
Ainda assim, o Picasa avançou até o início do ano passado, quando o Google realmente decidiu concentrar todos os esforços em seu novo serviço Google Photos. Os usuários do Picasa ainda podem editar fotos com o aplicativo da área de trabalho se já o tiverem, mas o desenvolvimento cessou e algumas funções da API estão desaparecendo.
Project Astoria
Para ajudar a fechar a lacuna de aplicativos entre o Windows e outras plataformas, o Projeto Astoria teria deixado os desenvolvedores Android facilmente portar seus aplicativos para a Universal Windows Platform.
Então por que a Microsoft destruiu essa ferramenta em vez de liberá-la? Oficialmente, a companhia disse que o conceito era muito confuso para os desenvolvedores, mas alguns observadores teorizaram que a Astoria criou complexos obstáculos legais em torno da criação de APIs que não fazem parte do Android Open Source Project. Em qualquer caso, a Microsoft agora está encorajando os desenvolvedores a usarem as ferramentas de desenvolvimento de plataformas cruzadas que adquiriu através do Xamarin no início de 2016.
Fonte: http://idgnow.com.br/
O ano de 2016 foi brutal no mundo da tecnologia. Projetos ambiciosos descontinuados, produtos de nicho amados tornaram-se insustentáveis, e pelo menos um embaraço corporativo colossal marcou o calendário. A seguir, dê uma olhada no passado 2016 e em toda a tecnologia que morreu no ano.
Pebble
Depois de iniciar a era smartwatch em 2013, o Pebble não conseguiu sobreviver ao colapso do hype dos wearables. Como todos os outros fabricantes de smartwatch, exceto a Apple, as vendas do Pebble eram moderadas, e a falta de financiamento disponível teria levado a uma dívida excessiva. Em dezembro, a Fitbit concordou em adquirir o software e propriedade intelectual do Pebble, mas efetivamente abandonou os atuais usuários e cancelou o próximo Pebble Time 2 e Pebble Core. Foi um final triste.
Samsung Galaxy Note7
A maioria dos produtos de hardware não morrem de forma definitiva, mas em vez disso tornam-se obsoletos a medida que novos produtos tomam o seu lugar. O Galaxy Note7 da Samsung foi uma exceção, já que problemas com sua bateria fizeram com que os telefones recém-lançados se incendiassem ou explodissem. Um recall precipitado do produto não conseguiu corrigir o problema, e a Samsung eventualmente descontinuou toda a linha do produto.
Quanto aos telefones existentes, a sul-coreana tem tentado recuperar todos, além de entregar uma atualização para travar todos esses telefones afim de evitar quaisquer riscos de segurança adicionais. As ações e os ganhos da Samsung deram um mergulho no abismo, mas a maior questão que fica após o fiasco com o Galaxy Note7 é se a empresa pode recuperar a confiança dos consumidores e se veremos outro telefone sob a marca Note novamente.
BlackBerry
Se você vir um telefone BlackBerry no futuro, provavelmente não será feito pela BlackBerry. Em setembro, a fabricante, outrora orgulhosa de seus aparelhos, anunciou que iria parar de desenvolver seu próprio hardware e, em vez disso, se concentrar em software, enquanto oferece o licenciamento do telefone para fornecedores terceirizados. O DTEK50, basicamente um modificado Alcatel Idol 4, é um exemplo. Da mesma forma, não está claro se veremos qualquer BlackBerry com teclado físico novamente.
Vine
O serviço de vídeo em loop de 6 segundos do Twitter teve supostamente problemas com questões de gerenciamento, mudanças de estratégia e falta de visão desde que foi lançado em 2013. E em outubro passado, a Vine anunciou que seus aplicativos serão e encerrados, mas que os vídeos já publicados permanecerão online. Apesar de rumores de uma possível aquisição para salvar o serviço, o tempo do Vine parece se esgotar.
Facebook Paper
Nascido de um grupo interno de pesquisa e design, o Creative Labs, o Facebook Paper era uma versão do News Feed da rede social. Os usuários passariam por fotos em tela cheia, notícias e atualizações de status, e não havia vídeos de auto-reprodução ou mensagens de promoção de marcas. Muitos usuários juravam que o Paper era melhor, inclusive, que o principal app do Facebook, mas fato é que o serviço nunca pegou uma massa crítica de usuários, e depois de um hiato em atualizações, o Facebook retirou o App das lojas virtuais. Na melhor das hipóteses, os usuários podem ter o conforto sabendo que algumas das melhores inovações do Paper, como o conceito de artigos instantâneos, fizeram seu caminho para o aplicativo principal do Facebook e que a estrutura gráfica subjacente está disponível para qualquer desenvolvedor.
Google Nexus
Há alguns meses, o Google lançou um par de novos e inteligentes smartphones sob a marca Pixel, com especificações técnicas de ponta, novos recursos e preços premium para competir com o iPhone da Apple. Trata-se de uma boa notícia para os entusiastas do Android que querem o melhor hardware e software possível juntos, mas a novidade também marcou o fim da linha Nexus, que nos últimos anos ofereceu um sólido Android a um preço mais baixo. O Google diz que a marca Nexus não voltará, embora continue a suportar o hardware atual.
Firefox OS
Embora a Mozilla tenha declarado a morte do Firefox OS para smartphones no ano passado, a companhia continuou a desenvolver o sistema para web para TVs inteligentes e teve uma equipe trabalhando em outros dispositivos, como tablets, roteadores, sticks HDMI e PCs all-in-one . Em setembro, no entanto, a Mozilla disse que estava abandonando o projeto inteiramente. A Panasonic terá que manter a versão para a smart TV por conta própria, e enquanto a comunidade de código aberto possa ainda criar uma bifurcação para outros dispositivos, esta seria uma grande tarefa sem a ajuda da Mozilla. A vantagem é que a remoção de todo esse código subjacente pode ajudar a Mozilla a trabalhar de forma mais rápida no Firefox, abrindo o caminho para uma revisão do motor da Web em 2017.
Intel Atom para smartphones
Depois de dormir durante a revolução do smartphone, a Intel percebeu este ano que ela não ia se recuperar. A empresa parou de trabalhar em seus chips Atom para smartphones, voltando seu foco para outros dispositivos conectados à internet, como drones, carros autônomo e headsets de realidade aumentada.
Projeto Ara
O conceito de smartphone modular do Google sempre pareceu uma aposta ambiciosa e a longo prazo, e depois de vários atrasos e mudanças no design, o Google decidiu este ano descontinuar o Projeto Ara. O design modular permitiria a fácil troca de componentes, o que poderia potencialmente gerar economias ao longo do tempo, além de reduzir o desperdício eletrônico. Mas, ao invés disso, o projeto em si foi dirigido para a pilha de sucata, a menos que os fornecedores terceirizados decidam licenciar a tecnologia. Até agora isso não aconteceu.
Microsoft Band
Um rastreador fitness em uma pulseira com um touchscreen colorido foi convincente em teoria, mas o produto foi barrado por falta de suporte a aplicativos e software. Este ano, a Microsoft não lançou uma terceira versão de sua pulseira inteligente. A declaração da empresa sobre o futuro da linha Band ("Continuamos a investir e inovar na plataforma Microsoft Health...") não é encorajadora. Mas não se precipite em achar que a Microsoft está fora do negócio de wearables inteligentes, mas presuma que o hardware de condicionamento físico esteja em um hiato.
Picasa
É incrível que o Picasa tenha sobrevivido tanto tempo. O conjunto de edição e armazenamento de fotos foi lançado em 2002 e foi comprado pela Google em 2004, mas ele parou de receber atualizações importantes há anos e havia sinais em 2013 de que poderia ser substituído pelo Google+ Photos.
Ainda assim, o Picasa avançou até o início do ano passado, quando o Google realmente decidiu concentrar todos os esforços em seu novo serviço Google Photos. Os usuários do Picasa ainda podem editar fotos com o aplicativo da área de trabalho se já o tiverem, mas o desenvolvimento cessou e algumas funções da API estão desaparecendo.
Project Astoria
Para ajudar a fechar a lacuna de aplicativos entre o Windows e outras plataformas, o Projeto Astoria teria deixado os desenvolvedores Android facilmente portar seus aplicativos para a Universal Windows Platform.
Então por que a Microsoft destruiu essa ferramenta em vez de liberá-la? Oficialmente, a companhia disse que o conceito era muito confuso para os desenvolvedores, mas alguns observadores teorizaram que a Astoria criou complexos obstáculos legais em torno da criação de APIs que não fazem parte do Android Open Source Project. Em qualquer caso, a Microsoft agora está encorajando os desenvolvedores a usarem as ferramentas de desenvolvimento de plataformas cruzadas que adquiriu através do Xamarin no início de 2016.
Fonte: http://idgnow.com.br/
domingo, 20 de novembro de 2016
Flog ? Saiba o que é

O Flog, também conhecido como Fotolog, Fotoblog ou Fotoblogue é um serviço derivado dos blogs para publicar sobretudo fotos, como em um Blog, mas só postando imagens e não textos. As fotos podem ter legendas e comentários, relatando os momentos das mesmas, registradas no Flog. Saiba que o Flog depende de serviços de hospedagem de fotos como o Instagram, o Flickr e o Pinterest.
Os sites de hospedagem de Flogs são simples e propõem várias funcionalidades, como a manutenção de listas com os Flogs mais recentes ou atualizados e o tamanho do espaço oferecido para o comentário de outras pessoas, etc. O seu principal objetivo é compartilhar imagens com a possibilidade de interagir com todos aqueles que visitarem o site. Na maioria dos casos é possível comentar, sugerir ou criticar.
Quem são os floggers
Floggers são aqueles internautas apaixonados por fotografia e que curtem compartilhá-las na internet.Requisitos
Para começar, é preciso ter uma excelente câmera fotográfica para obter resultados que atraiam os olhares das pessoas. Em seguida, você deverá selecionar uma plataforma para poder compartilhar suas fotos.Como criar um Flog
A criação de Flog implica na criação de um Blog comum e, na definição, criar um tema para ele, ou seja, fotografia. Ou então, podemos usar as redes sociais que têm como objeto a fotografia, como o Instagram.Qual é o formato de um Flog
Os Flogs têm formatos padronizados e não suportam muitas alterações do design das páginas. Eles veem sendo tratados como sites profissionais. Na verdade, os profissionais usam os Flogs como vitrine de seus trabalhos, empresas e produtosQual é a diferença entre Flog e Blog
A grande diferença é que, ao contrário do Blog, o Flog impõe algumas limitações como a quantidade de fotos postadas e o uso de um serviço de armazenamento pago, em se tratando de planos mais completos.Fonte: http://br.ccm.net/
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